Archive for abril \23\UTC 2012

Semana anti-vivissecção em Brasília

Começa hoje uma semana de eventos anti-vivissecção em Brasília, os eventos culminam na II Manifestação Nacional Contra Vivisecção, no sábado  dia 28.

Confira a agenda abaixo, retirada do blog Libertação Animal Brasília (http://www.bsblibertacao.blogspot.com.br/). Mais informações pelo e-mail: bsblibertacao@gmail.com

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Dia 23 de abril (2a) – Flash Mob no Restaurante Universitário da Universidade de Brasília
Horário: 12:15 (almoço)
Local de encontro: em frente ao RU
Aberto a todas as pessoas que desejarem participar.
Não é necessário levar nada, apenas 1 plaquinha ou papel impresso com a seguinte imagem:

 

Como será:
  • As pessoas chegarão às 12:15 e se reunirão no local indicado (em frente ao RU)
  • O grupo se distribuirá ao redor do ministério e áreas próximas conforme quantidade de pessoas que aparecerem.
  • Às 12:30 a primeira pessoa irá cair – será dado um grito de “dor” e, em seguida, todas as demais pessoas cairão e permanecerão no chão por 1 minuto.
  • Após um minuto será tocado 1 apito. Todas/as os/as participantes levantarão com suas plaquinhas nas mãos e manifestantes distribuirão rapidamente material informativo e mostrarão cartazes.
  • Em seguida, o grupo se dispersará muito rapidamente e tudo voltará ao normal.

Vejam este vídeo para terem uma idéia de como faremos:

Dia 24 de abril (3a) – Exibição do documentário “Não Matarás” seguido de debate

Local: Devido a uma dificuldade de logística para exibição no local anteriormente previsto, optamos por adiar este evento e disponibilizar, enquanto isso, o link para que as pessoas possam assistir o documentário pela internet, por meio do seguinte endereço:

Não Matarás é um documentário brasileiro produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre experimentação em animais e suas consequências para os próprios animais, para o homem, para a educação e para o mercado.
A prática de experimentação animal é comum no meio acadêmico, em pesquisas biomédicas, nos testes de produtos de limpeza e cosméticos. Estimativas oficiais indicam que entre 17 e 70 milhões de animais são usados em experimentações somente nos EUA. No Brasil não é muito diferente, e em todo mundo, animais vem sendo mortos como alternativa mais barata, e para alguns mais confiável, para testar os produtos que nós consumimos.
Nas últimas décadas, o movimento de defesa dos direitos animais passou a denunciar o que muitas pessoas sequer imaginavam que ocorria nos laboratórios de pesquisa e nas salas de aula. Essa exposição tem causado alvoroços em laboratórios, empresas e universidades e motivado cada vez mais a sociedade a entrar no debate sobre vivisseção e experimentação em animais, e a cobrar a substituição dessas práticas.

 

Dia 27 de abril (6a) – Flash Mob em frente ao Ministério da Ciência e Tecnologia.
Aberto a todas as pessoas que desejarem participar.
Horário: 8:30 da manhã
Local de encontro: Ponto de ônibus do Ministério da Ciência e Tecnologia
Não é necessário levar nada, apenas 1 plaquinha ou papel impresso com a seguinte imagem:

 

Como será:
  • As pessoas chegarão às 8:30 e se reunirão no local indicado (ponto de ônibus do MCT)
  • O grupo se distribuirá ao redor do ministério e áreas próximas conforme quantidade de pessoas que aparecerem.
  • Às 8:40 a primeira pessoa irá cair – será dado um grito de “dor” e, em seguida, todas as demais pessoas cairão e permanecerão no chão por 1 minuto.
  • Após um minuto será tocado 1 apito. Todas/as os/as participantes levantarão com suas plaquinhas nas mãos e manifestantes distribuirão rapidamente material informativo e mostrarão cartazes.
  • Em seguida, o grupo se dispersará muito rapidamente e tudo voltará ao normal.

Vejam este vídeo para terem uma idéia de como faremos:

Teremos pessoas que irão fotografar e registrar ambos os flash mobs e já está definido também quem irá panfletar ao final. Porém, quem quiser participar nessas ações ou tiver alguma dúvida por favor, entrar em contato pelo e-mail bsblibertacao@gmail.com.

Dia 28 de abril (sábado)
Manifestação Anti Vivissecção e Experimentação Animal

Local de encontro: em frente à estação de metrô da Rodoviária de Brasília
Horário da concentração: 15:00
Passeata no trecho: Rodoviária – Conic – Conjunto Nacional
Como ir: de roupa branca
O que levar: faixas, cartazes, placas de protesto, jalecos brancos de TNT (descartáveis), apitos

 

Imprima este cartaz em uma folha A4 e cole em um local onde mais pessoas possam tomar conhecimento da manifestação! Temos também flyers disponíveis para distribuição. Pessoas interessadas em buscá-los, por favor, entrem em contato por e-mailbsblibertacao@gmail.com.

Para saber mais sobre nossa manifestação, sobre as outras cidades que aderiram ao movimento e para conhecer nosso manifesto, acessemwww.contatoanimal.blogstpot.com

Links no facebook para acompanhar nossas atividades, confirmar presença etc:

Link da Manifestação em Brasília https://www.facebook.com/events/297344816989265/
Link da exibição do documentário Não Mataráshttps://www.facebook.com/events/229175027189751/
Link para organização do Flash Mobhttps://www.facebook.com/events/203111659804154/
Link na Manifestação Nacional https://www.facebook.com/events/310092515704347/

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Minha triste vida vegan – edição farroupilha

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Porque quem não consegue rir de si mesmo, morre sem entender a piada no final.

Continuamos a nossa série de lamentações veganas com um curto relato de uma tragicômica desventura que participei no último fim de semana em Porto Alegre. Se você também tem uma boa história no naipe Classe Média Sofre da vida sem carne, e gostaria de vê-la publicada aqui, escreva pra poneteo@gmail.com

 – rua vazia, barriga vazia, uma epopeia por comida vegan em Porto Alegre. 

Saímos de Caxias do Sul já com a barriga roncando. Era quase onze da noite e a lembrança do delicioso macarrão com nozes que a Eveline fez no almoço só aumentava a fome, que já era gigante, depois de três dias intensos de punk rock pelo Rio Grande do Sul. Vasculhei o nosso saquinho de comida e todos os salgadinhos já tinham acabado. Só restava aquele pacote de negresco e um biscoito de café, e como todo mundo sabe: 1) só comida salgada mata a fome; 2) café só é bom no estado líquido mesmo.

Chegamos na casa gigante da Julia com os planos feitos: pedir uma pizza sem queijo e esperar algumas horas, com a barriga cheia, o avião de volta pra Brasília. Naquela hora os restaurantes já estariam fechados e a gente tava contente em pedir uma massa qualquer com alguns vegetais por cima, já que tínhamos comido tantas delícias veganas nas últimas refeições. Para nossa ingrata surpresa, nenhuma pizzaria queria nos atender.  Devia ser um pouco depois da meia-noite, e mesmo com o pessoal chorando no telefone, ninguém quis levar pizza pra gente. Barbaridade.

Foi aí que o Daniel, o mais esfomeado do grupo, entrou em desespero. “Não é possível, Porto Alegre”. Munido de uma internet sem fio, ele foi consultar o oráculo sobre o que poderia existir 24 horas na capital gaúcha. Nada. Todos os telefones mudos. Lembraram de um boteco pra comer batata-frita. Fechado no domingo. Cadê o Sky’s nessas horas?

Já era quase uma da manhã quando alguém disse que tinha um Habib’s a algumas quadras dali. Qualquer coisa em frente haveria um Subway. Era só atravessar um parque bizarro. Vamos nessa. Já estava sonhando com aquele homus ralo e uma batatinha-frita, refeição companheira de tantas madrugadas.  Após uma caminhada num frio de lascar, vislumbro as luzes acessas do fast-food árabe e começo a cantarolar o tema do Rocky Balboa enquanto subo as escadas para me deparar com a lanchonete fechada. Vamos no pão com folha do subway, então. Ouvi dizer que o molho de cebola doce é vegan. Fechado também. Porra, na noite anterior em Lajeado, interior gaúcho, o subway tava aberto até às 4h da manhã, recheado de gente bombada voltando da balada. Que que tá acontecendo Porto Alegre?

A partir daí começamos a vagar sem rumo e desepenrançosxs pelas ruas vazias de POA. Descendo a avenida Goethe nos deparamos só com vitrines fechadas para nosso desespero. O Villaverde, já começando a delirar de fome, avistou de longe um lugar possivelmente aberto e começou a gritar “PIZZA! AQUI TEM PIZZA!”. Os gritos ecoavam por aquela filial de cidade cemitério. Cinco segundos depois “NÃO TEM PIZZA NÃO! NÃO TEM PIZZA NÃO”.

Já bem distantes do que pretendíamos caminhar inicialmente,  encontramos um botequinho prestes a fechar. Lá eles serviam uma centena de variedades de “xis”, o apelido gaúcho pra sanduíche. E no meio delas, duas opçõe vegetarianas! Será que toda essa epopeia teria um final feliz? Aparentemente não, porque o hamburger vegetariano tava em falta. “Ah, então faz só com pão e salada mesmo, mas anota aí: são quatro xis sem queijo, sem ovo e sem maionese”.

Sentamos ao lado de uns caras folgados enchendo o saco tomando cerva e aguardamos. Recebemos felizes os pacotinhos fechados e cada um deles com as especificações escritas a mão. Peguei o meu: “vegetariano – sem ovo, sem queijo sem maionese” Era o fim de uma saga em busca de uma refeição. Mas alegria de vegan dura pouco. Tava tudo ali: queijo ovo e maionese. Só podia ser pra sacanear. Imaginei gargalhadas maquiavélicas da cozinheira saindo da cozinha. Às três da manhã só restava cair na risada junto.

Epílogo: 
O voo de volta para casa, ainda constituía uma espécie de esperança torta, já que a Avianca agora dispõe de refeição vegetariana nos voos domésticos e a gente tinha feito a solicitação pra isso. Esperança estraçalhada no balcão de check-in. “Desculpem, mas não conseguimos a refeição de vocês. Podemos oferecer um amendoim?”. Ah! Se lascar! Deixa eu dormir que eu ganho mais.

Rapidinhas vegetais 2012 (IV)

Para essa semana, temos uma série de boas notícias. Deve ser o espírito de compaixão da Páscoa (ou isso só é promovido no Natal?) Bem, seja como for, segue nossa série de links e curtas notas para manter a atualização semanal do DV. Daqui a pouco eu tô até batendo ponto aqui.

– Lanches veganos pra encomenda.

Quem mandou a dica foi a Izabele Pimenta: Boa tarde, DV! Tenho uma amiga que faz lanches vegans (coxinha, kibe, risole, pastel e alfajor) sob encomenda. São práticos, ótimos para as fominhas da madrugada, aquele momento em que estamos em casa morrendo de fome, mas com preguiça de preparar comida e não encontraremos nenhum lugar aberto que nos contemple gastronomicamente. 🙂 Vale a pena conferir e, se pá, divulgar aqui. Tham Borgeshttp://www.facebook.com/profile.php?id=100002176042416 telefone: 8572 4029 (oi) 9233 6475 (claro) email: tham.borges@gmail.com Gratidão

– Novo cardápio no Submore

Alguém deixou de comentário aqui pra gente essa bela notícia: O SUBMORE no seu novo cardápio, terá 03 opçoes de pastas vegetarianas e e sanduiche quente com carne de soja. Vamos prestigiar!  Assim que eu tiver mais notícias, posto por aqui.

– Novos sorvetes veganos na Sorbet.

A Mel Portela envia boas notícias e pede dxs leitorxs do Distrito Vegetal, sugestões de sorvetes veganos:

Todo final de semana, a Sorbê têm colocado pelo menos 2 opções dos cremosos sem lactose. E agora rola o Chocosoja sempre, de tanto que insisti, acho. Falei com uma das responsáveis pela produção e ela disse que vai ver se já coloca o Tapioca sem leite no final de semana que vem. A minha cabeça já está fervilhando de ideias para sabores nada convecionais de sorvetes veganos, coisa impossível de encontrar em Brasília. Se a Rita (dona da Sorbê) topar, esse esquema de sempre ter 2 veganos cremosos aos finais de semana vai ficar por conta das minhas “criações”. Por isso, tô pedindo sugestões e assim que confirmar essa possibilidade, queria saber se era possível você divulgar. Afinal, se o pessoal não for lá procurando, pode ser que a iniciativa acabe sendo furada.

Utilizem a seção de comentários para sugerir a Mel que sorvetes veganos gostariam de experimentar. Eu fico sonhando com um flocos vegan. hehe.

– Veganismo sem ser comida – artigos sobre  “auto-domesticação” e direitos de pessoas não humanas:

Desculpem repetir como papagaio louco, mas talvez seja importante para quem visita esse blog pela primeira vez.

O veganismo significa pra mim muito mais do que um código estrito do que comer ou do que não comer. Significa muitas coisas distintas e interessantes, todas ao mesmo tempo. Significa questionar uma indústria que objetifica e causa sofrimento (lógica presente em tantas diferentes dinâmicas do capital), significa problematizar a pretensa centralidade do homem (assim, no masculino mesmo) no mundo, significa reconhecer como agentes morais espécies não-humanas (coisa que era negada a negrxs e mulheres há poucos anos), significa ampliar para além dos limites estabelecidos a nossa empatia e solidariedade, se importar com o que ninguém parece se importar e muito mais.

— eu copiei esse pequeno trecho de uma entrevista que dei recentemente e me perguntaram sobre veganismo – coisas para evitar a fadiga —

Então, dito isso, seguem dois links interessantes sobre  a questão animal e que tem tanto a ver com veganismo quanto o creme de leite de soja.

“Why Some Wild Animals Are Becoming Nicer” –  A Wired traz um artigo interessante sobre a hipótese de algumas espécies realizarem um processo próprio de domesticação, não como uma ferramenta de intervenção e dominação humana, mas como um processo natural de evolução. Essas espécies estariam se tornando mais gentis e menos agressivas e o melhor exemplo seriam os bonobos, que não brigam muito entre si, fazem sexo com consentimento, entre outras coisas legais.

“This possibility is most apparent in bonobos, a close cousin of chimpanzees. Unlike their violent cousins, bonobos are generally peaceful. And while many animals have evolved to be socially agreeable, bonobos — and possibly other species — seem to be experiencing something more precise and profound: the physical and behavioral changes specifically described in studies of domestication, but as a natural evolutionary process” http://www.wired.com/wiredscience/2012/02/self-domestication/

The rights of dolphins, chimps, and other nonhuman persons – Já a Smart Planet traz um texto bem bacana sobre a necessidade e os possíveis desdobramentos de se reconhecer legalmente a categoria de pessoas não-humanas, para primatas e golfinhos, por exemplo. O artigo já começa de um jeito que eu adoro, se mesclando com ficção científica barata:

Over the weekend, I borrowed a friend’s time machine and cold-bloodedly killed a Neandertal, aHomo erectus, an Australopithecus, a dolphin, a chimp, eight sentient robots, the first extraterrestrial visitor to Earth, and my neighbor with the unreasonably loud sound system. Question: in the eyes of the law, how many murders did I just commit?

(pegando uma máquina do tempo e assassinando um Neandertal, um Australopitecus, um golfinho, um chimpanzé, oito robôs sencientes, um visitante extraterrreste e o meu vinho. Pelos olhos da lei, quantos assassinatos eu cometi?)

http://www.smartplanet.com/blog/savvy-scientist/the-rights-of-dolphins-chimps-and-other-nonhuman-persons/393

– ambos os links foram enviados pelo Andrei. Se você ver alguma coisa interessante que gostaria de ver aqui no Distrito Vegetal, envie para poneteo@gmail.com – 

Minha Triste Vida Vegan (nova série)

 

Começamos hoje uma nova série aqui no Distrito Vegetal, um espaço para compartilharmos histórias de tragicomédia vegana:  “Minha Triste Vida Vegan”.  Uma espécie de Classe Média Sofre da vida sem carne, ou um  1st World Problems do veganismo. Tenho certeza que todo mundo que tem empatia por esse estilo de vida já se sentiu um pouco num episódio de “Todo mundo odeia o Chris”, e eu não tô falando do Caruso não.

Essa nova seção do blog serve como reforço dos nossos laços de solidariedade, na alegria e na tristeza. E também porque a gente adora rir da própria desgraça. Se você tiver uma boa história, manda aí: poneteo@gmail.com

1) “se você soubesse como dá trabalho fazer esse molho”

Domingo a noite, dia de ir com a (ex)juventude ao restaurante japonês na sequência do açaí 700 ml. Tudo muito gostoso, rolinho primavera, arrozinho, cogumelos cuidadosamente feitos no azeite para atender todas as nossas restrições alimentares. E eu me esbaldando no molhinho teriyaky. Ele tava até escondido na cozinha, eu que pedi pra trazer.  A cada mordida, mais uma  mão daquele caldo gosmento. Fim da refeição, pago a conta e tentando ser simpático pergunto ao garçom. “Pô, bom demais esse Teriayaky de vocês. Eu já comprei lá em casa, mas não era nem perto de ser tão gostoso quanto esse. No que ele me responde: “Rapaz,  se você soubesse como dá trabalho fazer esse molho…” Como sempre curioso, cometo erro crasso  de continuar perguntando. O que os olhos não vem, a barriga vegana não sente.

– Isso daí tem que ficar cozinhando 24 horas, sem parar.

– 24 horas?! Caracas!

– Aí a gente vai jogando todo o que sobrou na cozinha.  Espinha de peixe, resto de frutos do mar, pedaço de frango…

Só restou cair na risada pra disfarçar o choro. Pô, eu tava confiando no Yahoo Respostas, que também me disse que OS VEGANS tão querendo deixar todo mundo doente.

 2) “isso seria mais um limitador”

Vou manter o anonimato das identidades física e jurídica envolvidas por uma questão de preservação da fonte, coisa que  o Robert Redford me ensinou.  Um amigo, inspirado pelas conquistas positivas do Distrito Vegetal, resolveu fazer parecido e enviar um e-mail para uma de suas lanchonetes favoritas em sua cidade.

Olá, Sou vegan (vegetariano completo, não consumindo nenhum produto de origem animal, como leite, ovos, manteiga, etc…) (…) Gostaria de sugerir a inclusão de opções veganas no cardápio da lanchonete. O mais prático seria a adoção de um hambúrguer vegetariano. (…)

e por aí segue.  Eis a resposta da lanchonete:

Sei da importancia dessas inclusões no cardápio e estamos avaliando… Por agora vc já tem opções como o pastel de ricota, omelete de queijo/napolitano, salada de frutas e os sucos. Ñ sei exatamente em que nível de rigor vc inclui/exclui o leite e os ovos… isso seria mais um limitador. Espero ter ajudado, att.

Putz grila! Omelete napolitano?  Pastel de ricota? Mais um limitador? Pelo visto a pessoa espera um nível de rigor bem baixo mesmo. Ainda se despede esperando que tenha ajudado! Ajudou sim, a fazer esse post aqui.