Posts Tagged ‘comida árabe’

curtas notas de alegria e tristeza veganas (rapidinhas vegetais 0)

1- A Joseth Souza foi super simpática e  enviou outra dica animal vegetal, pra gente divulgar aqui no distrito. Esse é espírito do blog, ajuda mútua e camaradagem vegana:

Oi Poney!
Desculpe nao escrever lá no blog (que aliás já me salvou muuuuitas vezes! Adoro!), mas é que ontem peguei um panfleto do KEB e me deparei com a opçao KEB VEgan (mix de cogumelos, bababababababababaganouch, tofu defumado e mix de vegetais. Parece delicioso. Além disso, tem uma batata assada no forno com 10 especiarias orientais que tb parece muito bom. Se puder postar lá no blog…Fica na 105 Sul, bloco C, 3242-0522.

2- Fiquei sabendo pelo Cabeça-Tédio, da nova revista Vegazine, projeto desenvolvido pelo grupo Ativeg. É possível baixar a versão pdf ou, ler a versão on line. Foram produzidas 5.000 cópias, que serão distribuídas na cidade de São Paulo. A meta é chegar, cada vez mais, ao maior número de cidades brasileiras.  Na primeira edição, além de receita de danoninho vegan, tem entrevistas entrevistas (com Otávio Leal, sobre Humaniversidade Holística), anúncios de produtos vegs e locais para comer, principalmente em São Paulo. Essa primeira edição, com suas dicas e anúncios, é um bom material para apresentar o vegetarianismo a simpatizantes.  Para se informar, envie email para: contato@vegazine.com.br Acesse o site e veja a versão on line e pdf.

3- eu não sabia, mas aquela empresa de chás Lipton, que aqui no Brasil faz parte da Ambev, realiza diversos testes com animais. Os testes consistem basicamente em foder o organismo dos animais e depois dar uma dieta a base de chá pra eles pra ver se melhoram e assim provam que o chá é super bacana e saudável. Saúde acima de tudo, não é gente? Mais detalhes aqui. Recentemente, o Peta (grupo que eu nutro extrema antipatia) conseguiu convencer a maior empresa do mundo em chá verde de parar com os testes. Aqui a pequena nota, divulgando a boa notícia.

4- como nem tudo são girassóis no nosso distrito, é com muito pesar que informo que o The Dog, nosso recanto de cachorros-quentes de soja na madrugada, fechou as portas. Eu não sei exatamente o que aconteceu, mas hoje vejo como o “anúncio de que tempos ruins estão por vir” a última vez que fomos lá e serviram uma salsichona de frango, no melhor espírito gato-por-lebre ou na variante menos especista bife-por-glúten. A alice tinha feito um post sobre o The Dog. Quem quiser relembrar, tá aqui.

duas boas novas – um rápido post

duas boas novas – um rápido post – pra manter esse distrito movimentado.

1) Em mais um serviço dos “Caçadores de Mitos Vegan”, o Distrito Vegetal ajuda a esclarecer: o pão sírio do Habib’s é vegan sim! Esta seríssima e controversa afirmação já havia sido alvo de polêmica no começo do nosso blog, ocasião em que eu bati o pé veementemente a favor do combinado de farinha e água oferecido pelo fast food árabe-paulistano. Pois é, dia desses, pedi um homus lá em casa e veio o saquinho com os ingredientes. Um monte de químico, mas nada de bicho. Eu até separei a embalagem para fotografar e assim covencer até os mais céticos cerebelos do veganismo. Quem duvidar, a gente mata a cobra e mostra o pau. Bem eco-feminista essa expressão.

Agora, se o homus de lá é gostoso e vale a pena pedir, essa é uma discussão que eu deixarei para as/os bacharéis do paladar vegano, área que não é minha especialidade de atuação (vocês sabem como é esse mundo moderno né? cada um no seu quadrado).

2) Um novo blog de comida vegetariana acaba de ser lançado na rede mundial de computadores, a internet. Trata-se d’O Guia do Cozinheiro das Galáxias capitaneado pela grande pessoa humana, Dudu Leite. Cozinheiro de mão cheia (fazer pizza vegan de tofu com sabor é um desafio mais que suficiente para obter aprovação, concordam?), Dudu agora nos brinda com algumas de suas receitas no pouco tempo que tem entre defender os fracos e oprimidos com sua carteirinha da OAB e berrar nos nossos ouvidos com a banda os miss simpatia do hardcore de brasília, Low Life.

O mais legal do blog é que ele faz uma combinação extremamente nerd entre receitas vegetarianas, recomendação de trilha sonora para o momento da preparação da comida e película cinematográfica para apreciação. Quer arranjo melhor?

fui!

Kebaara e a misantropia vegan de pequenos grupos


Primeiramente, deixa eu contar logo à boa notícia para os esôfagos vegans mais apressadinhos (a gente sabe como eles podem ser um tanto impacientes): finalmente, temos de volta Falafel à preços acessíveis no nosso Distrito (nem-tanto)Vegetal. Informações e detalhes você encontra logo abaixo das inúmeras elucubrações que serão desenvolvidas em 3…2…

…1. Dia desses saí pra jantar com o pessoal do trabalho da minha namorada. A gente foi num restaurante mexicano na asa sul que eu não conhecia, El Paso Texas. Ele inclusive está presente na nossa lista inicial de restaurantes com opções veganas, lista esta que necessita urgentemente de uma longa, penosa e esmiuçada atualização. (primeira meta para 2011?)

Lá, me surpreendi com a surpresa das pessoas em relação ao nosso vegetarianismo estrito. Pra algumas daquelas pessoas (só algumas), parecia que nós éramos de outro planeta. Por um instante me senti um herói, por estar fazendo algo tão sofrido, tão difícil, tão árduo: parar de comer bife. Fala sério, eu detesto isso. Muito melhor ver as nossas atitudes como simples, fáceis e claro, agradáveis. Acho que o mundo não precisa de mais heroísmo. Vegano ou não.

Seja como for, momentos como esse, são sempre boas oportunidades de desenvolver a paciência, falar um pouco sobre o que você acredita (se a pessoa está interessada em ouvir – nada pior do que pregação vegan) e mais importante, tomar um chazinho de realidade. Cuidado, pode ser amargo.

Eu sei que isso demonstra um grave traço de anti-sociabilidade, mas a verdade é que eu não tô mais acostumado a conviver com pessoas que comem carne, ou que achem estranho não comer. Não consigo evitar de pensar que todos esses anos de veganismo foram moldando minhas relações sociais para uma subcultura bastante específica e esquisita.

E eu gosto disso.

Por outro lado, pode ser que as coisas nem sejam tão assim, mas como eu cresci sob a régua e o esquadro da estrutura punk rock de organização social, em que tudo são cenas, rolês, grupos de apoio, cultura subterrânea, eu acabo vendo o mundo dessa maneira. Sei lá.

O que eu sei é que pensar em tudo isso me leva a uma conclusão paradoxal, mas muito interessante. O veganismo, apesar de uma postura (difícil substancializar) que cultiva a empatia por outros seres acaba provocando um isolamento e um estranhamento com a nossa própria espécie. Eu costumo brincar e chamar isso da “misantropia vegan de pequenos grupos”.

Talvez possamos dizer assim: flexionar o olhar para “o outro” (que não precisa ser alguém da cisão humano-animal, mas pode ser, no meu caso específico, uma garota ou um homossexual, por exemplo) faz com que a gente perca cada vez mais a identidade com o que é “o próprio”.

E mais uma vez, eu não vejo essas implicações de maneira negativa. Certamente não. Primeiro, porque eu não acho que se afastar da (ou não se ver mais na) humanidade seja algo ruim. Acredito que é justamente esse afastamento que permite a empatia necessária pra um passo ético como o veganismo. Muita humanidade, muita razão é igual a muito degrau, muita dominação. Segundo, porque eu realmente aprecio os arranjos micropolíticos e vejo neles uma capacidade de transformação bastante significativa. No fim das contas, essa é a ideia por trás desse blog desde o começo, de que veganismo é algo que fica mais legal quando a gente faz junto.

Já escrevi um bocado sobre isso e pretendo escrever mais no futuro. Espero que não se incomodem de eu utilizar um pouco do nosso distrito para isso.

Mas tudo isso pra falar do que mesmo? Do Falafel! Pois é, agora além de limitar meu círculo social, eu posso limitar minha necessidade de locomoção (nota mental: parar com tanto cinismo) e ainda aumentar o espectro do meu cardápio! Tem um kebara na asa norte (409) e outro na asa sul (209) e eles servem um delicioso sanduíche de falafel num preço acessível.

O pão pode ser ciabatta ou sírio, ambos veganos. Tem um monte de tempero, molho e acompanhamento sem galináceos também. Sugiro caprichar no homus, botar quente no babaghanoush e se afundar nos picles. E ainda tem um combo com batata-frita. Tem alguma coisa que fica ruim com batata-frita? Péra aí, eu respondo: Não.

Em boa parte da Europa ocidental, o falafel é a comida de rua mais popular entre vegetas. Me salvou várias vezes por lá. Fico muito feliz de finalmente termos um esquema desse mais prático aqui em Brasa. Alguns lugares não servem mais o falafel (Manara e Nilo, esse último fechou) e outros são boys demais e tem uma estrutura restaurantal diferente desse esquema prático e fast-food que a gente curte.

Como vocês sabem tão bem como eu, a praticidade da comida vegan na rua é um dos maiores empecilhos da nossa prática misantropa. Bem, nem isso é desculpa mais.

Kebaara: falafael + batata-frita + atendimento camarada.
408 Norte e 209 Sul. Telefone: 3443-0204

P.S.: Eu nunca nem tinha procurado ler nada sobre misantropia, usava o termo com deslavada fanfarronice. Mas olha só que interessante: “Os misantropos expressam uma antipatia geral para com a humanidade e a sociedade, mas geralmente têm relações normais com indivíduos específicos (familiares, amigos, companheiros, por exemplo). A misantropia pode ser motivada por sentimentos de isolamento ou alienação social, ou simplesmente desprezo pelas características prevalecentes da humanidade/sociedade.”

Acho que encaixa bem com essa pegada vegan não-humanista.  hehe.

tcham!

O Nilo: delícias da brasilidade árabe

A rede de amigos que os garotos do Heresy prescreviam em suas canções há pouco mais de 20 anos, começa a funcionar muito bem aqui no Distrito Vegetal. Primeiro, me convidaram pra um programa na UnBTV para falar sobre o blog e comida vegeta (coisa que eu me sinto altamente desautorizado a falar, devido a maneira relaxada com que eu adoro levar essa coisa de veganismo. Acho que o veganismo paranoid vende melhor, mas tá valendo, né?). Mais informações sobre essa aventura televisiva em breve. Segundo, e o que leva a postagem de hoje: todos os restaurantes que frequentei nas últimas duas semanas apareceram inicialmente a essa vidinha ordinária como sugestões aqui nas páginas virtuais do DV. Sabor Vital, Girassol, Mangute, Sol Nascente e o Nilo. O estômago e o senso ético, bem vizinhos, agradecem.

Bem, primeiro desses que me animei a visitar foi o árabe Nilo. Qualquer coisa com gergelim e grão de bico é boa, mas esse pessoal do golfo de Aqaba tem a manha de levar esses dois ingrediente às últimas conseqüências. Mas antes, um largo parênteses.

Sempre fico me perguntando se a culinária brasileira é uma boa cozinha pra quem não quer comer carne, leite, ovo e outros galináceos. Aqui a gente tem arroz com feijão. Massa. Acarajé é um quitute fera também. Rola um vatapá, um caruru, e algumas distorções veganas que ficam muito gostosas, como a feijoada. Mesmo assim, sempre tenho a impressão que as outras cozinhas de outros lugares sempre têm bem mais opções apetitosas. E quanto mais exótico para o nosso padrão eurocentrista, melhor. Maior a chance de encontrar tofu, grãos, fibras, cereais e oleaginosas.

Ao mesmo tempo, não sei se é uma distorção da adaptação brasiliana dessas cozinhas do mundo. Aqui em Brasília me esbaldo com comida nipônica. Sushis de pepino, barquinhos e soja com arroz, yakissoba de tofu com shitake. Mas quando estive no Japão tive uma dificuldade tremenda em encontrar comidas vegeta. Só saladinha mirrada e dá-lhe fome com fuso horário trocado. Sendo bem honesto, o que salvou os dias por lá foi o subway veggie com abacate. Delícia.

Por outro lado, consigo pensar em uma porção de lugares piores para se ser vegan do que o veganismo tupiniquim. Norte da Argentina, talvez. O Chaco é duris. Haja carne e falta de grãos praquele povo. Pelo menos você pode se hidratar e passar a perna na barriga com um tererê com suco de pêra. Cada pessoa cuida de sua garrafa térmica de tererê com mais obstinação que cuidaria de uma criança. Eu também acho que crianças não são nada importantes perto daquele frescor do chaco.

Um bom parâmetro para saber se você vai comer veganamente bem, é o tamanho da cidade. Quanto mais poluição, caos, fumaça, gente estressada, trânsito esquizofrênico, falta de árvores, ausência de animais nas ruas, mar de concreto, anúncios explodindo pelos ares, mais chances você tem de encontrar coisas como pizza com tofupiry e veganrela, pão de queijo vegano e pastel de soja na esquina. Um preço alto demais, alguns diriam.

Nesse quesito, Brasília engatinha a passos largos. Se o Arrudão continua o projeto original de tornar essa cidade um lugar inabitável, as opções veganas, como vocês podem conferir nesse blog, só aumentam. Mera coincidência? Não sei não.

Seguindo com a maré nesse movimento vegan-urbanóide, conheci há alguns dias um excelente restaurante com opções veganas perto de casa. Fui num sábado no almoçar no Nilo. Sugestão da Marina, 112 norte.

O restaurante tava bem vazio e o atendimento foi bastante prestativo. Depois de conversar com o Andrei no final de semana passado sobre como ele tantas vezes tem problemas em trocar e obter informações sobre ingredientes no Rio de Janeiro, por simples má vontade e descaso da parte que quem atende, passei a valorizar mais ainda a camaradagem das pessoas que se propõem a anotar, repassar e repetir uma dezena de vezes cada pedido que eu faço. “Tá, é uma pizza de calabreza, sem calabreza e trocando o queijo por palmito, certo?”. Santa paciência.

O Nilo possui algumas poucas opções veganas, todas deliciosas. Um kibe com homus, custa 4 reais. Um sanduíche de falafel é 11 reais. Achei o preço bom pra esses dois quitutes. Caro mesmo foi o baião-de-dois árabe, o arroz com lentilhas. 22 reais, um preço desnecesário. Rola também um tabule, bolinho de falafel com salada e pasta de homus com pãozinho sírio. Eu não manjo muito de comida árabe, mas pra mim tava tudo arabicamente delicioso. Rola um rango egípcio também, mas todos os que conferi tinham carne. Se alguém manja de uma boa comida vegan com caldo de Osíris, por favor, poste aí.

Ah, eles não aceitam Visa. Ali na quadra tem um supermercado com uns caixas eletrônicos. Ficadica. O cara que nos atendeu também avisou que aos sábados eles possuem apresentação de dança do ventre, o que não me interessa nem um pouco. Mas sei que alguns freqüentadores do DV, um, mais especificamente, gosta de aproveitar suas noites copacabanas em espetáculos de dança moderna. Então, também ficadica. O que me interessa bastante é que o garçom também falou que em breve eles devem disponibilizar um esquema de buffet “como-o-quanto-aguentar”, forma de disposição alimentícia que provoca sentimentos confusos e contraditórios e que já foi alvo de análise nesse mesmo Distrito Vegetal.

Desculpem a resenha gigante. Essa coisa de trabalhar, a qual não estou muito acostumado e pretendo nunca estar, às vezes deixa a gente sem ter com quem conversar.

Serviço:
O Nilo,
112 Norte
3447-4008

www.onilorestauranteegipcio.blogspot.com

lagash: a comida mais cara da vida

na terça-feira passada, sai da minha aula lá na unb e fui pra reunião do kk, que seria na pastelaria viçosa que rola ali na 304 norte. era lá a reunião porque ellen olléria cantava lá no aniversário de 40 anos da pastelaria. éramos “convidadas” da cantora, já que a tate mora com ela. tava rolando um esquema vip, onde tudo era de graça, pasteizinhos, caldo de cana, água, vinho e chope. reza a lenda que o pastel da viçosa é feito com banha de porco. nunca averiguei, mas não me arrisco. além disso, mesmo que fosse liberado na área vip só tinha pastel de carnes variadas. como não bebo fiquei só na água. muito chato ser vip num esquema desses. fizemos a reunião, vimos o xou da ellen e eu fui-me embora que tava morrendo de fome/sono.

daí eu e hery resolvemos comer em algum lugar que não conhecessemos. lembrei do tal árabe da 308 que o poney tinha mencionado no nosso querido fórum. daí fui lá. o nome do restaurante é lagash. e é meio difícil achar, o letreiro não é chamativo, ele é bem discreto, muito branco… acho que é porque é chique. isso já deveria ser aviso o suficiente pra gente não entrar. mas entramos. as pessoas nos olharam meio estranho. tinham duas mesas ocupadas e só com gente com pinta de grã-fina. sentamos olhamos o cardápio. eu sou zé oreia e não me toquei dos preços (uma droga, porque eu nem posso falar sobre o preço de cada prato individualmente). pedimos: um arroz com lentilha, um cuzcuz com vegetais, 4 quibes de batata, um suco e uma coca.

veio além disso uma coisa de “entradinhas” pastinhas diversas: babaganouche, hommus, uma pastinha de leite (acho que é de cabra, mas que ficou intacta, né gente!), e umas abobrinhas fritas pra comer com pão sirio. o hommus é espetacular, coisa de doido mesmo. e olha que eu sou chatíssima com hommus. o babaganouche tava gostoso também (não tava muito amargo), mas a abobrinha é que foi o sucesso.

depois a comida chegou. o prato de cuzcuz era bem grande. tinha o cuzcuz, cenoura, abobrinha, cebola, etc. num molho meio doce. o arroz com lentilha tava muito bom. e o quibe de batata é gostoso demais. é tipo no formato de um hamburguer, muito gostoso. é frito mesmo e bem molhadinho. delícia.

terminamos de comer e deu mesmo pra “fazer”. e olha que a gente come muito mesmo. quem conhece sabe da ogrice do hery, que eu tento acompanhar hehehehe. um pouco antes de pedirmos a conta o casal que estava na nossa frente pediu. veio a conta e o cara pagou com duas notas de cem! foi nessa hora que pensei comigo: “é, acho que estamos no lugar errado! me lasquei!” . pedimos a conta, ela veio:
cento e três reais!

affffffffeeeeeeeeeeeeeeeee; nunca tinha pagado isso numa refeição na vida. gente, 103 conto???? putz. a comida tava boa, mas 103????? mas é como diz o ditado: gordinha só se lasca.  paguei e fomos embora. sorte que eu tinha acabado de receber minha bolsa… hehehehehe

Serviço:
Lagash, 308 norte