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rapidinhas vegetais

Enquanto tento arranjar um punhado de tempo para atualizar o Guia Vegano 2011, escrever novas resenhas reflexivas e promover o evento de desgutação e ranqueamento de açaís da cidade, vamos a duas boas novidades em forma de pequenas notas:

– Leites Vegetais no Martinica Café

Quem manda essa boa notícia é nossa correspondente local e repórter investigativa, Simone Lima:

Ontem estivemos eu, Bruno e Liliane no Martinica e conversando mais uma vez com o Adê, dono do  café, dei um toque sobre a sopa de abóbora, que antes me diziam que era vegana, mas leva manteiga. Adê disse que ia mandar fazer com azeite. Com isso, ficam duas sopas veganas: a de lentinhas ( maravilhosa ) e a de abóbora ( delícia!).
Com isso e a tapioca que pode ser feita com azeite + tomate seco, (embora não esteja no cardápio), duas coisas para comer. Melhor: Adê se sensibilizou com a coisa dos leites e mandou comprar, enquanto a gente estava lá, leite de soja, e prometeu que vai ter sempre agora!!!
Tomamos chocolate quente e capuccino veganos, e ficamos lá rindo à toa,  que vegano é bicho besta e se alegra com qualquer coisinha que acha pra comer nessas noites de Brasília.
Passem lá, espalhem a notícia, agradeçam e peçam!!!
Martinica Café – CLN 303, Bloco A, Loja 4
Telefone: (61) 3326-2357

– 2a Verdurada de Brasília

Sábado agora acontece a segunda Verdurada do Distrito Federal. Pra quem não conhece, a Verdurada é um evento que reúne música barulhenta, venda de comida vegana e debates sobre política radical em temas variados.  No final do show, distribuição de rango vegan de graça. Quer rolê melhor?

Eu já tive o prazer de tocar em três verduradas lá em São Paulo e falar um pouquinho da Bicicletada na primeira verdurada daqui. É sempre muito divertido. Dessa vez, vou fazer barulho e acender fogueira com o Ameaça Cigana, a primeira banda da noite. Por ser um evento straightedge, o pessoal pede que não fume nem se consuma bebidas alcoolicas lá dentro. O que eu não deixo de achar uma ideia interessante, porque ajuda a desvincular essa ideia de que sempre precisamos de drogas como combustível de diversão, ou que a música deve ser de alguma maneira secundária nos rolês e baladas da juventude.

mais informações: twitter.com/verduradadf

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